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Do que devemos nos lembrar na Páscoa?

Veja o que significa esse momento especial

A Páscoa, ou Pêssach (para os judeus), é um período escolhido pelo próprio Deus para nos lembrarmos do Seu desejo de nos libertar da escravidão.

Há dois eventos que marcam esse momento: a libertação dos hebreus que foram escravizados no Egito e o sacrifício do Senhor Jesus na cruz.

Esses dois eventos “conversam” entre si, pois carregam o mesmo significado: o desejo de Deus de libertar o Seu povo.

A libertação dos hebreus

Deus havia feito uma promessa a Abraão de que faria dele uma grande nação — os hebreus. Porém, tempos após essa promessa, o povo eleito tornou-se escravo no Egito. Então, Deus, por meio de Moisés, promoveu a libertação do Seu povo e os conduziu até a Terra Prometida, Canaã.

É interessante observamos que uma das instruções de Deus a Moisés foi que todos deveriam separar um cordeiro, saudável, para se alimentar dele e utilizar o sangue para pintar a parte de cima da porta de suas casas. E o sangue desse cordeiro livrou os hebreus da morte:

"... Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família... O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras... E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem... E Eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e em todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o SENHOR. E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo Eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando Eu ferir a terra do Egito." Êxodo 12.3-13

Essa passagem bíblica da história dos hebreus faz um paralelo com o sacrifício do Senhor Jesus, pois, por causa de Seu sangue e carne entregues na cruz, hoje somos salvos da morte espiritual. Assim como o povo de Deus foi salvo no Egito por meio do sangue do cordeiro saudável (sem pecado), hoje somos salvos por meio do Cordeiro (Jesus) que deu a Sua vida para nos salvar do diabo e da morte eterna.

O significado da atitude de sacrifício sempre esteve presente na história do povo eleito de Deus, em que temos o exemplo de Abraão, que foi fiel ao Senhor.

O sacrifício do Senhor Jesus

Na Bíblia, o evangelista João apresenta o Senhor Jesus: “... Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” João 1.29

Deus ama tanto o Seu povo que enviou o seu único Filho, em sacrifício, como um cordeiro, para que nós pudéssemos ter a oportunidade de Salvação espiritual, para que alcançássemos o Reino de Deus. Ele carregou sobre si o pecado da humanidade, para que quem nEle cresse tivesse a Vida Eterna.

Como observa o bispo Edir Macedo em seu livro “Nos passos de Jesus”: “Muito embora o Senhor Jesus não tenha feito nenhum paralelo da Páscoa com a Santa Ceia, até porque Ele participou primeiramente da Páscoa e depois da Ceia, podemos compreender perfeitamente que Ele quis instituir, à sombra da Páscoa, uma nova liturgia, que tivesse o mesmo calor espiritual da Páscoa, para todos os que O aceitam como Salvador. Para exemplificar, tomemos o povo judeu, que teve na Páscoa a marca da sua libertação. Para os povos não judeus, os quais viriam a aceitar o Senhor Jesus como Salvador, qual seria a marca ou a festa litúrgica para expressar a sua libertação do pecado e do inferno? Com esse propósito, o Senhor Jesus instituiu a Santa Ceia.”                                                                                                    

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