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"Salvo pelo gongo"

Conheça a origem dessa expressão bastante antiga

Algumas expressões nos intrigam mais pela sua origem do que pelo seu uso nos dias atuais. Podemos elencar, entre tantas, a expressão “salvo pelo gongo”. Gongo é um instrumento que emite um sinal de aviso ou interrupção de algo. A expressão é comumente usada quando nos encontramos em uma situação iminente de perigo ou constrangimento e nos safamos dela nos instantes finais. 

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Existem duas versões mais conhecidas que explicam a origem de “salvo pelo gongo”. A primeira remonta de uma Europa antiga, quando a catalepsia ainda não era reconhecida. A catalepsia é um distúrbio de saúde raro, que impede a pessoa de se movimentar por horas, devido a um enrijecimento muscular. Mesmo estando consciente, a pessoa não consegue reagir fisicamente.

Cordinha amarrada no pulso

Pensava-se que quem sofria com isso estava, na verdade, morto. Então, as pessoas eram enterradas, só que vivas. Quando “despertavam” da condição, arranhavam todo o caixão. O fato só era descoberto quando abriam os túmulos para realizar a exumação dos corpos.

A partir disso, para evitar mais tragédias, famílias britânicas passaram a amarrar uma cordinha no pulso de quem seria enterrado, prendendo-a a um sino que ficava do lado de fora do túmulo. Se não estivesse morta, a pessoa seria literalmente salva pelo gongo, puxando a cordinha e tocando o sino como um sinal de aviso.

Salvo pelo sino

Outra explicação conhecida para a expressão é a história de um soldado do palácio de Windsor, em Londres, na Inglaterra do século 17. O guarda foi acusado de dormir no posto. Para sua defesa, ele alegou ter ouvido o sino da igreja tocar por 13 vezes naquela mesma noite. Em inglês, a expressão é “save by the bell” (salvo pelo sino).

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