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Honrar pai e mãe

Veja a importância do quinto mandamento bíblico

Lembra quando você era pequeno e queria chegar em casa para mostrar para os pais o desenho que fez na escola? Esse desejo, de trazer alegria a eles, é comum às crianças. Mas, conforme crescem, começam a perder a preocupação de agradá-los. Muitos se tornam rebeldes e se esquecem que na Bíblia há uma promessa para os que honram os pais ou responsáveis legais. 

Se essa orientação não fosse importante, estaria inserida nos Dez Mandamentos estabelecidos por Deus? “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.” (Êxodo 20:12).

Honrar significa respeitar, tratar bem, considerar os conselhos e seguir o bom exemplo. Já a desonra acontece quando o filho causa desgosto e vergonha devido ao mal comportamento fora ou dentro de casa.

Essa é a orientação aos filhos de maior destaque na Bíblia, mas não é o único dever. No Novo Testamento, há a seguinte afirmação: “Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo.” (Efésios 6:1).

A obediência está mais ligada a seguir ordens e, assim que o filho se tornar adulto, deixará de estar sob o comando dos pais. No entanto, a honra pela família deve ser para sempre. O filho que pratica essa atitude desde cedo também aprende a ser bom com as demais pessoas e, principalmente, a ser fiel a Deus.

Mudança de caminho

A estudante Tamires Silva (foto ao lado), de 23 anos, conhece os princípios bíblicos desde a infância, porém aos 14 anos deixou de praticá-los. “Tudo começou quando entrei em um relacionamento que me afastou de Deus. Eu parei de ir à igreja e comecei a levar uma vida sem regras”, relata.

Os sofrimentos que ela passava fora de casa afetaram sua relação com a mãe. “Eu desobedecia e enfrentava minha mãe. Tinha vontade de agredi-la e tudo o que ela falava me deixava com raiva. Eu desprezava as palavras positivas dela e pensava que ela era chata e que queria meu mal. Eu fazia o contrário de tudo o que ela pedia”, conta.

A mãe, Dilce Leia da Silva, de 53 anos, relembra que nasceu em uma família que priorizava o respeito e, por isso, foi doloroso ver a filha agir daquela maneira. “Ela era uma menina muito rebelde, não aceitava meus conselhos e não me considerava como mãe. Não tínhamos diálogo, eu chegava em casa e logo ela saía. Mas adquiri sabedoria para lidar com tudo isso e não desisti dela.”

Tamires permaneceu sete anos nesta situação e despertou quando foi diagnosticada com síndrome do pânico. “Eu achei que ia morrer, mas certo dia lembrei de tudo que minha mãe falava e percebi que cheguei a esse ponto devido à desobediência. Então liguei para minha mãe e falei: ‘estou voltando para casa, me perdoa, me ajuda’. E ela disse que estaria comigo para o que fosse preciso”, diz.

Naquele mesmo dia, a moça também decidiu retornar à Universal. “Passei a participar dos encontros do Força Jovem Universal, aprendi a honrar minha mãe e conheci a Deus de verdade. Encontrei a alegria que eu procurei por sete anos”, ressalta. Depois de muita perseverança, Dilce afirma que “hoje a Tamires é uma nova filha. Ela é carinhosa, atenciosa e obediente. Temos uma verdadeira relação de mãe e filha e é um prazer estarmos juntas”.

Experiência

Muitos pais parecem não compreender as gerações mais novas, porém isso não os faz menos merecedores de honra. Tente entender o que os seus pais querem ensinar em cada exortação. Mostre respeito, foque nos pontos positivos e perdoe-os se for necessário.

Quer aprender mais sobre a relação entre pais e filhos? Participe da Transformação Total de Pais e Filhos, que acontece todos os domingos, às 18h, no Templo de Salomão.

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