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"Dei adeus para a minha família, pois estava morrendo"

A fé de Adriano Barroso foi determinante para que ele ficasse curado de um grave tumor

Quando o operador de máquinas Adriano Barroso (foto ao lado), de 28 anos, acordou com falta de ar, ele foi imediatamente para o hospital. Depois de alguns exames, os médicos detectaram água em seus pulmões e uma mancha no peito. 

A mancha detectada era um câncer, diagnosticado como linfoma de mediastino. “Fiquei sem chão, não sabia o que fazer ou para onde correr”, conta.

O tumor estava pressionando pulmões e coração. Por isso, Adriano foi logo internado para que o tumor fosse retirado. “O médico me acalmou, disse que seria um procedimento simples e que não havia nada que agravasse a situação.”

Durante o procedimento, o especialista verificou que o tumor estava envolvendo uma veia do coração. Como o local era delicado, o médico preferiu não extraí-lo. Adriano, então, precisou passar por outro tipo de tratamento. 

O sofrimento não parou por aí. Adriano teve uma trombose na perna esquerda, ficou com anemia e precisou usar um dreno, para que o pulmão não acumulasse água. “Eu não conseguia respirar nem me alimentar. O tumor estava comprimindo meus pulmões e o coração e não deixava a comida descer. Eu só me alimentar por sonda.”

Depois de um mês internado, Adriano teve alta e retornou para casa. No mesmo dia, ele sentiu uma dor forte e voltou para o hospital. No local, ele precisou ser medicado com morfina. “Eu achei que iria morrer naquele dia, não tinha remédio nem nada que parasse a minha dor. Chamei os meus pais e a minha esposa para me despedir deles, pois achava que estava morrendo.”

Adriano foi internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e iniciou o tratamento com quimioterapia e radioterapia. Após 15 dias de tratamento, seu quadro se estabilizou e ele teve alta.

Desde que descobriu a doença, Adriano perdeu muito peso. Ao dar entrada no hospital, ele pesava 96 quilos. Ao sair, estava com 53 quilos.

Ele e a sua família já frequentavam a Universal. Quando iniciou o tratamento, Adriano também começou a fazer a corrente de cura.

Com as vidas totalmente modificadas, ele e a sua família passaram a fazer propósitos e a orar para que um milagre acontecesse. “O médico me disse que eu teria de fazer as sessões de quimioterapia e radioterapia internado no hospital. Mas eles me liberaram para voltar para casa”, conta.

O tumor era grande e o tratamento, segundo os médicos, seria longo. Mas, após sete meses, Adriano recebeu alta, pois não havia vestígios do tumor em seu organismo.

Ele estava curado. Os médicos ficaram surpresos com a rapidez da sua recuperação. Hoje, Adriano é uma pessoa saudável. Ele recuperou a saúde e se tornou uma pessoa diferente, com a fé fortalecida e a confiança em Deus ainda mais forte.

Linfoma de Hodgkin

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o linfoma de Hodgkin se origina nos linfonodos (gânglios) do sistema linfático, um conjunto composto por órgãos e tecidos que produzem células responsáveis pela imunidade e vasos que conduzem essas células através do corpo. O local mais comum de surgimento é o tórax, região também denominada mediastino. Ele pode ocorrer em qualquer faixa etária. No entanto, é mais comum no adulto jovem, dos 15 aos 40 anos, atingindo maior frequência entre 25 e 30 anos.

Sintomas: febre, fadiga, sudorese noturna, perda de peso sem motivo aparente e coceira na pele. Podem aparecer linfonodos superficiais no pescoço, nas axilas e virilhas e formam-se ínguas indolores nesses locais. Quando ela ocorre na região do tórax, tosse, falta de ar e dor torácica podem se manifestar.

No Brasil estima-se 2.470 novos casos, sendo 1.460 homens e 1.010 mulheres. Em 2013, foram 536 mortes, sendo 291 de homens e 245 de mulheres.

Muitas pessoas fazem e recebem orações para tratar doenças incuráveis nas reuniões de cura e libertação da Universal. As correntes acontecem todas as terças-feiras, em todo o Brasil. Veja o endereço da Universal mais próxima em universal.org/enderecos .

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