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"Não aceitei as palavras negativas dos médicos"

Andreza Nunes teve meningite bacteriana, o tipo mais grave da doença, e reverteu o quadro por meio da fé

A jovem Andreza Nunes (foto ao lado), hoje com 19 anos, começou a ter fortes dores de cabeça. Sua mãe a levou ao médico e o diagnóstico foi de sinusite. O profissional disse que o problema havia sido desencadeado por uma gripe mal curada. 

As dores não passavam e Andreza voltou ao hospital. “Em uma madrugada, eu estava com muita dor na cabeça e não conseguia raciocinar. Os meus olhos incharam e eu não conseguia enxergar direito. Acabei ficando internada”, conta.

Outros exames foram feitos e a jovem recebeu um novo diagnóstico: meningite bacteriana. Andreza foi rapidamente levada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em uma área isolada do hospital, pois a doença é grave e infecciosa. “Os médicos disseram que não tinha mais jeito, que não havia cura. Eles afirmaram que a minha vida ia mudar, pois eu ficaria com sequelas”, diz.

Após 15 dias na UTI, Andreza estava respondendo bem aos medicamentos e seria transferida para o quarto, mas houve uma piora repentina e ela precisou ser levada para outro hospital.

O estado clínico de Andreza piorou. A bactéria formou um coágulo no cérebro, o que poderia trazer graves consequências para a jovem, como a perda da visão e até mesmo a morte. Os médicos disseram que as chances de sobrevivência eram cada vez menores.

Para impedir que a bactéria progredisse, Andreza passou por uma cirurgia que durou mais de cinco horas. Após a cirurgia, ela passou a ter convulsões e ataques epiléticos, a ponto de ter que ficar amarrada na cama para não se machucar.

Andreza já tinha frequentado a Universal e, em meio a todo o sofrimento, ela se recordou do que havia aprendido e decidiu ouvir a programação da Universal pelo rádio. A mãe, determinada a lutar pela saúde da filha, passou a frequentar as reuniões de cura na Universal.

À medida que Andreza e sua mãe fortaleciam a própria fé e acreditavam no milagre, a jovem começou a progredir. Ao todo, foram três meses de internação até o momento da alta médica. “A minha família foi o meu alicerce. Isso nos uniu ainda mais. Eu não aceitei as palavras negativas, ninguém se conformou com as palavras dos médicos. Todos acreditaram que eu me recuperaria e não ficaria com sequelas”, lembra.

Andreza fez todo o acompanhamento médico, mas os médicos logo disseram que ela estava livre de qualquer vestígio da doença.

Hoje, ela tem uma vida normal e toda a sua família foi transformada após a sua doença.

Meningite

Segundo o Ministério da Saúde, a meningite é um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal.

A doença pode ser causada por diversos agentes infecciosos, como bactérias, vírus, parasitas e fungos ou também por processos não infecciosos.

As meningites bacterianas e virais são as mais graves do ponto de vista da saúde pública, por causa de sua magnitude e capacidade de ocasionar surtos.

A enfermidade pode causar sequelas, como dano cerebral, perda auditiva e amputações de membros. Mesmo quando a doença é diagnosticada precocemente e o tratamento adequado é iniciado, aproximadamente 23% dos pacientes acometidos vão a óbito no Brasil.

Transmissão

A incidência de meningite aumenta nos meses frios, pois a transmissão em geral acontece pelas vias respiratórias. Por isso, evite ambientes fechados e muito aglomerados. Sempre que possível, abra as janelas quando estiver no transporte público. Melhor sentir um pouco de frio do que se expor a agentes infecciosos. Lave as mãos com bastante frequência.

Vacinas

Existem vacinas contra os meningococos A, B, C, W e Y. A vacina contra o sorotipo C, que é atualmente o mais incidente, está disponível na rede pública e bebês a partir de 2 meses já podem tomá-la.

Muitas pessoas fazem e recebem orações para tratar doenças incuráveis nas reuniões de cura e libertação da Universal. As correntes acontecem todas as terças-feiras, em todo o Brasil. Veja o endereço da Universal mais próxima em universal.org/enderecos .

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