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Ela acreditou que seria "purificada", mas diz que foi estuprada em ritual

Caso aconteceu na Itália. Conheça essa história

Uma estudante italiana de 17 anos de idade chegou à polícia de Turim (Itália) alegando ter sido estuprada durante meses pelas mesmas pessoas. Pelo menos três homens participaram dos crimes, sendo que, entre esses, um era namorado da estudante.

O rapaz e a vítima já estavam em um relacionamento havia algum tempo quando foram iniciados em uma seita italiana que prometia purificar a moça. Na época, a garota tinha apenas 15 anos e foi convencida por ele (então com 18) e pela mãe dele sobre os benefícios que aquelas práticas podiam trazer.

Os rituais de purificação consistiam no uso de substâncias alucinógenas por parte da jovem e manter relações sexuais com outros homens presentes. Tudo isso era gravado. Nas filmagens, é possível perceber que, após o uso das drogas, a jovem já não era capaz de consentir ou negar o que acontecia ali. Assim, a polícia concluiu que a garota, menor de idade, foi violentada repetidas vezes.

“No início eu confiava”, contou a vítima ao jornal italiano La Repubblica. “Eu pensei que eu poderia ajudar. Então tornou-se um pesadelo. Eu não poderia ter mais nada.”

Quando a jovem tentou abandonar os rituais, foi chantageada com os vídeos.

Durante os cultos, ela fazia o papel de “vestal”, sendo que “vestais” eram as antigas sacerdotisas que faziam culto à deusa romana Vesta. Essa era uma posição ocupada exclusivamente por mulheres, que, a partir dos 6 anos de idade, iniciavam a vida como religiosas. Essas jovens eram obrigadas a preservar a castidade por 30 anos.

Além da denunciante, outras 20 mulheres foram filmadas em estado semelhante. Os agentes investigam se elas consentiram ou não com os atos. O namorado e outros dois homens foram presos: o líder da seita religiosa, Paolo Meraglia, de 69 anos, conhecido como mágico, e Biagino Viotti, de 73 anos.

Fé cega

“Nas minhas aulinhas de ciência, ainda no primeiro grau, aprendi que o ser humano é o único animal racional — característica que o distingue de todos os outros animais. A sua inteligência o permite realizar coisas que nenhuma outra criatura pode”, diz o escritor Renato Cardoso. “Por meio da Palavra de Deus, também aprendi que o uso da inteligência unida à fé é o que distingue os que são de Deus dos que não são.”

No caso apresentado acima, a estudante  acreditou que poderia ser "purificada" nos rituais, teve fé naquilo, mas uma fé burra. Ela não foi capaz de unir inteligência à fé que possuía.

“Inteligência sem fé é manca. Fé sem inteligência é fanatismo”, explica Renato.

"Se a fé caminha sem a inteligência, ela se torna fanatismo. Se a inteligência caminha sem a fé, ela se torna ateísmo. Deus nos deu as duas coisas não para se contradizerem, mas para que haja o equilíbrio. Se a fé que você tem não passa no teste da inteligência Divina, essa fé não provém de Deus”, conclui Renato.

Leia a opinião completa do escritor clicando aqui.

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